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Dia: novembro 21, 2017

PROJETO DE EXTENSÃO – CONHECIMENTO SEM FRONTEIRAS: ENTREVISTA COM O PROFª. DRª. CAROLINA MIRANDA CAVALCANTE

PROJETO DE EXTENSÃO – CONHECIMENTO SEM FRONTEIRAS: ENTREVISTA COM O PROFª. DRª. CAROLINA MIRANDA CAVALCANTE

Por Thaís Vasconcellos

O “Conhecimento sem Fronteiras” é um projeto coordenado pelos professores Vinicius Figueiredo Chaves e Patrícia Silva Cardoso, no âmbito do Departamento de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF/VR).

O projeto busca promover a expansão dos horizontes de acesso ao conhecimento jurídico e interdisciplinar por parte dos discentes da UFF/VR, por intermédio do contato com os saberes e as experiências de docentes pesquisadores vinculados a outras instituições de ensino superior.

Com o intuito de alcançar esta finalidade, entrevistas com professores pesquisadores com destacada atuação acadêmica serão veiculadas nas mídias digitais e nos demais canais institucionais de comunicação interna, tais como a TV Universitária e o jornal UFFOCO.

Acreditamos que esta interação continuada com as contribuições dos docentes pesquisadores externos permitirá a ampliação das condições de consolidação de uma formação mais qualificada e crítica ao quadro discente da UFF/VR.

Em sua terceira edição teremos a  contribuição da ilustre economista  Profa. Dra. Carolina Miranda Cavalcante.

s200_carolina.miranda_cavalcanteDoutora em Ciências Econômicas pela Universidade Federal Fluminense.

Mestre em Econômia pela Universidade Federal Fluminense.

Especialização em Análise Financeira pela Universidade Gama Filho

Áreas de pesquisa: Metodologia Econômica, Economia Institucional,

História Econômica e Mercado Vitivinícola.

Acompanhem abaixo a entrevista completa concedida pela Professora:

1) Fale-nos um pouco sobre a sua trajetória acadêmica e sobre a sua atuação profissional atual.

R: Em 1999 ingressei no curso de Engenharia Elétrica da UFF. Contudo, depois de dois anos, percebi que o curso não atendia às questões que chamavam minha atenção acerca do mundo e da sociedade. Então, em 2001 ingressei no curso de Ciências Econômicas da UFF, em que meu principal objetivo era entender como funcionava a economia e a sociedade. Logo nos primeiros anos do curso de graduação me engajei num projeto de pesquisa sobre a “Participação do Porto do Rio de Janeiro no processo de desenvolvimento das relações capitalistas no Brasil (1945-1964)”, sob orientação da Prof. Lérida Povoleri. Nosso grupo de pesquisa contava ainda com um colega de curso, hoje professor do DGEI/UFRJ, Prof. Flávio Combat. Durante a graduação busquei cursar eletivas de outros cursos da UFF e estudar temáticas relacionadas à história econômica, à antropologia, à sociologia e à filosofia. Ademais, tive a oportunidade de ter um acesso privilegiado ao “Capital” de Karl Marx através de diversas disciplinas cursadas com os professores Alice Werner e André Guimarães, com os quais eu e outros colegas tivemos a oportunidade de estudar todos os livros do “Capital” sob uma perspectiva científica, não panfletária.

A monografia que defendi na graduação, sob orientação do Prof. Mário Duayer, buscou discutir o estatuto de cientificidade da Ciência Econômica, trazendo os debates travados no âmbito da Filosofia da Ciência desde o Positivismo Lógico até o Realismo Crítico. A monografia “Ciência e Filosofia: uma discussão acerca da possibilidade do conhecimento objetivo” é utilizada em alguns cursos de graduação em Economia, tendo recebido o terceiro lugar no XV Prêmio de Monografia Economista Celso Furtado, realizado pelo Corecon-RJ. Nesse momento eu já sabia que deveria seguir a carreira acadêmica. No ano seguinte à minha graduação, ingressei no mestrado em Economia da UFF (2005-2006). No mestrado comecei a pesquisar sobre Economia Institucional, atualmente minha principal linha de pesquisa. Na dissertação de mestrado busquei unir os conhecimentos consolidados na monografia aos debates no âmbito do institucionalismo, o que resultou na dissertação intitulada “Análise metodológica da Economia Institucional”, orientada pela Prof. Célia Lessa Kerstenetzky. Ingressei automaticamente no doutorado em Economia da UFF (2006-2010), dando continuidade à minha pesquisa em Economia Institucional, buscando agora utilizar esse conjunto de teorias na análise do surgimento da atividade vitivinícola no Vale do Submédio São Francisco. Ainda sob orientação da Prof. Célia Lessa Kerstenetzky, defendi a tese “A Vitivinicultura no Vale do São Francisco: evolução institucional no sertão nordestino”.

Após a conclusão do doutorado fiz diversos concursos públicos, tendo iniciado a carreira docente no curso de Turismo da UERJ Teresópolis (2012-2014), onde ministrei cursos de diversas naturezas, dentre os quais destaco os cursos de Introdução à Economia e Enoturismo. Em 2014 ingressei na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ por meio de concurso público, onde leciono as disciplinas “Economia Política” e “Economia Institucional”. Busco unir minhas atividades de pesquisa à prática docente, trazendo para meus cursos todo o aprendizado adquirido na participação em congressos e na realização de pesquisas. Deste modo, muitos dos meus artigos apresentados em congressos e/ou publicados fazem parte da bibliografia dos meus cursos.

2) Que dicas daria para um estudante que deseja construir uma carreira acadêmica de sucesso?

R: Uma carreira acadêmica de sucesso demanda muita dedicação, paciência e abdicação. Vida pessoal e vida profissional se mesclam de uma forma que é preciso muita organização para que as duas não se confundam. No âmbito da Academia existe uma pressão muito grande por publicações, o que torna o ritmo de trabalho muitas vezes frenético. Aqui a capacidade de multiplicar a gama de questões concernentes ao tema de pesquisa e a habilidade de escrever em conjunto com outros pesquisadores é fundamental para atender aos critérios de produtividade acadêmica. Por fim, a carreira acadêmica demanda paixão pelo conhecimento, dedicação à ciência, quase sempre sem a contrapartida financeira necessária para pesquisa, congressos e publicações. Ser acadêmico é mais que uma carreira profissional, é uma opção de vida.

3) Por que o seu interesse na área da Economia?

R: Quando decidi estudar Economia, como já mencionei anteriormente, eu pretendia entender a sociedade. No início do século XXI, os noticiários já dedicavam bastante tempo às questões econômicas e eu tinha a impressão que tudo girava em torno da economia. Então resolvi estudar essa ciência que se apresentava com uma posição central e de destaque na vida social. Não pretendo sustentar a ideia de um determinismo econômico ou ainda de um imperialismo econômico, mas é fato que a compreensão da sociedade atual passa pelo entendimento da dimensão econômica. Naturalmente, a teoria econômica tradicional, que se pretende mais uma hard science que uma ciência social, quando utilizada isoladamente produz interpretações empobrecidas, tanto da economia quanto da sociedade em geral. Ademais, a compartimentalização no âmbito das ciências sociais nos obriga a uma construção teórica mais interdisciplinar, para que não tenhamos uma visão parcial do objeto social. Desta forma, para o não economista é fundamental conhecer os mecanismos de funcionamento da dimensão econômica, da mesma maneira que o economista não deve deixar de lado as demais disciplinas do pensamento social na construção de suas análises sobre a economia e a sociedade.

4) Quais as principais transformações experimentadas pela disciplina ao longo de sua vivência como docente na área?

R: As primeiras ideias econômicas remontam à Grécia Antiga e concepção do oikosnomos, passando pelo Mercantilismo até as primeiras escolas de pensamento econômico, a Fisiocracia e a Escola Clássica. Até aqui temos o que chamamos de Economia Política, que encontraria em Karl Marx um de seus críticos. Contudo, para o bem ou para o mal, a grande transformação ocorrida no campo de estudos da economia aconteceu no final do século XIX, com a revolução marginalista, onde a Economia tomou o formato atual, veiculado nos noticiários econômicos e reproduzido nos Manuais de Economia. Com a revolução marginalista, fenece a ideia de uma Economia Política, surgindo em seu lugar a Economics, ou simplesmente Economia. Existe, contudo, um conjunto bastante amplo de teorias que podem ser enquadradas no âmbito da Ciência Econômica, em que a Economia dos Manuais é apenas uma das abordagens econômicas. Correntes heterodoxas como o Institucionalismo Americano, o Marxismo, o Pós-Keynesianismo, dentre outros, convivem com teorias ortodoxas, de raiz marginalista e neoclássica. Diante da multiplicidade de vertentes teóricas no campo da Economia, a formação do Bacharel em Economia é bastante diversificada e dependente da orientação dos professores e pesquisadores da Universidade na qual o curso de Ciências Econômicas é ofertado. Um aluno formado na UFF certamente terá uma concepção acerca da economia, enquanto ciência e objeto, diferente daquele formado na FGV, por exemplo.

5) Como se opera a abordagem sobre as “instituições” em Economia? É possível se falar numa única dimensão das instituições?

R: Em Economia temos duas grandes vertentes da chamada Economia Institucional: o Institucionalismo Americano, também conhecido como Velha Economia Institucional, e a Nova Economia Institucional. O Institucionalismo Americano de Thorstein Veblen, John Commons, Wesley Mitchell e outros, possuía diversos focos analíticos. Enquanto Veblen estava preocupado com um diálogo interdisciplinar para a construção de uma ciência evolucionária, Mitchell estava mais preocupado em aplicar as teorias institucionalistas às séries estatísticas e Commons debruçava-se sobre o funcionamento das instituições na resolução de conflitos, tendo sido bastante influente na elaboração da legislação trabalhista do Estado Norte-Americano de Wisconsin. O Institucionalismo de Veblen representou um contraponto crítico às ideias marginalistas, enquanto a Nova Economia Institucional já se apresentava como uma crítica contributiva ao incipiente programa de pesquisa neoclássico, de raiz marginalista. Seja no âmbito do Institucionalismo Americano, seja no âmbito da Nova Economia Institucional, existe uma multiplicidade de focos diferenciados de pesquisa, bem como uma grande diversidade quanto à definição do termo instituição. Nesse sentido, temos um campo de estudos denominado Economia Institucional, mas os autores que fazem parte desse campo de estudos, ou dessa escola de pensamento, não definem o termo “instituição” da mesma maneira. Deste modo, busquei no artigo “A Economia Institucional e as três dimensões das instituições”, publicado na Revista de Economia Contemporânea em 2014, destacar as distintas formas de se definir e compreender as instituições presentes nos principais autores da Economia Institucional, as quais denominei como dimensões institucionais. Essas dimensões seriam: (i) as regras do jogo, ou o conjunto de regras formais e informais que orientam, constituem e/ou restringem a ação humana; (ii) modelos mentais, que seriam essas regras do jogo internalizadas e processadas pelos agentes econômicos; (iii) organizações, que seriam estruturas hierarquizadas nas quais se verificam rotinas e posições de comando. Na leitura dos autores seminais dos dois grandes campos da Economia Institucional, verifiquei que cada autor enfatiza uma ou mais dimensões das elencadas acima. Destarte, a não existência de uma definição consensual não necessariamente implicaria uma total incompatibilidade entre os esquemas teóricos desses autores, caso consideremos que esses autores estão, na verdade, focando diferentes dimensões do mesmo objeto, a dimensão institucional da vida social.

6) Quais as principais propostas institucionalistas para o desenvolvimento econômico?

R: Destaco duas propostas institucionalistas para o desenvolvimento econômico, a saber, aquelas sugeridas por Douglass North e por Ha-Joon Chang. Enquanto North enfatiza o papel do aprendizado e das reformas institucionais, capitaneadas pelo Estado, como propulsores do crescimento econômico, Chang chama a atenção para o fato de que as instituições emergiriam da vida concreta das pessoas, em referência à ideia vebleniana de hábito mental. Nesse sentido, não seriam as “boas instituições”, sugeridas por North, que promoveriam o crescimento econômico, mas antes um melhor nível de desenvolvimento econômico que permitiria a emergência dessas “boas instituições”. Chang enfatiza, portanto, a importância de políticas de desenvolvimento tecnológico e industrial que permitam a melhoria nas condições de vida da sociedade, pois somente assim instituições protetoras dos direitos de propriedade, da democracia e das liberdades individuais poderiam potencialmente emergir.

7) Quais as eventuais similaridades e diferenças entre as concepções da “velha” e da “nova” economia institucional?

R: O termo Velha Economia Institucional foi uma denominação fornecida por Oliver Williamson ao Institucionalismo Americano. Assim como os demais novos institucionalistas – North, Coase e outros –, Williamson via nas contribuições dos institucionalistas americanos – Veblen, Mitchell, Commons e outros – apenas ideias interessantes, mas não um corpo teórico robusto, científico. Aqui, a ideia do que deve ou não ser considerado uma teoria no âmbito da Ciência Econômica é central para compreender a divisão entre uma “nova” e uma “velha” economia institucional. Os novos institucionalistas são críticos da teoria neoclássica tradicional, mas a ela se filiam ao dar continuidade à sua delimitação do objeto da economia – escolha sob escassez – e aos métodos teóricos – categoria do agente individual racional otimizador, substituição na margem – e empíricos de análise – captura de regularidades, com o uso de métodos matemático-estatísticos de formalização teórica. Como Veblen e os demais institucionalistas americanos não estavam preocupados com a construção de uma Ciência Econômica objetiva nos moldes das ciências da natureza, o não uso de métodos de investigação científica compatíveis com aqueles veiculados e consolidados após a revolução marginalista, os relegou ao baú da história do pensamento econômico, os afastando do campo da Economia mainstream, herdeira dos preceitos marginalistas. O marginalismo, movimento do final do século XIX, influenciou definitivamente a forma de compreensão do objeto da Economia, acabando por delimitar aquelas teorias que poderiam ser aceitas no campo da Ciência Econômica. Por volta da década de 1930, os departamentos de Sociologia e Economia se separam, ficando a Economia responsável pela ação racional e a Sociologia por todos aqueles comportamentos considerados não racionais, ou não econômicos. Atualmente, o diálogo entre essas disciplinas é realizado através de diálogos interdisciplinares, na busca de uma perspectiva multifacetada do objeto social, que, em verdade, não pode ser compreendido em termos de ações racionais ou não racionais ou de uma combinação destas. Para se compreender a sociedade é necessária uma perspectiva mais holística desse objeto de estudo e, para tal, o foco na dimensão institucional da vida social parece bastante promissora nesse sentido.

8) Em sua opinião, a pergunta de Ronald Coase (Por que as “firmas” existem) merece ser revisitada? As “firmas” (empresas) existem apenas para economizar custos de transação?

R: A questão referente à natureza da firma em Coase remete a uma incompletude verificada pelo autor na teoria neoclássica tradicional, que desconsiderava as instituições. Nesse sentido, o mercado seria um alocador automático de recursos através do mecanismo de preços. O que Coase aponta é que o uso do mecanismo de preços tem um custo, os custos de transação, daí a necessidade de mecanismos de alocação de recursos alternativos, como a firma, tratada no artigo de 1937, “The Nature of the Firm”, e o Estado, discutido no artigo de 1960, “The Problem of Social Cost”. A sugestão de uma revisitação da proposta de Coase parte de uma leitura do artigo “Business Groups” de Mark Granovetter, publicado em 1994. Granovetter busca indicar que para além da firma e do mercado, no ambiente econômico existiria outra categoria importante, a dos grupos empresariais. A ideia de grupos empresariais remete a um nível meso de análise, entre o resultado econômico macro e o nível micro das ações individuais. No âmbito dos grupos empresariais, as relações entre os indivíduos que compõem as firmas passam a ser fundamentais para explicar como essas firmas eventualmente entram em acordos, formais ou informais, que se refletirão em resultados no âmbito do mercado. Nesse sentido, Granovetter chama atenção para as redes e laços, fortes e fracos, que os agentes econômicos estabelecerem entre si, em que o conjunto desses laços e redes respondem pela tessitura do tecido social.

9) Escolha algum ponto (ou mais, se desejar) da disciplina (que, preferencialmente, guardeconexão com o Direito) que venha sendo objeto de suas reflexões e esteja à vontade para comentá-lo.

R: Ao ingressas na Faculdade Nacional de Direito, percebi que a temática das instituições permitiria um diálogo da Economia com o Direito, consequentemente um diálogo com meus alunos, futuros Bacharéis em Direito. Nesse sentido, venho ofertando eletivas na área do institucionalismo, buscando abarcar um conjunto amplo de autores e teorias, sem focalizar especificamente na Economia Institucional. Ainda estou estudando como se constituem os campos da Análise Econômica do Direito e do Direito Econômico para, num futuro próximo, ingressar nesses debates mais internos ao Direito, trazendo, naturalmente, as contribuições da Ciência Econômica.

10) Por que os juristas devem estudar Economia? Por que os economistas devem estudar Direito?

R: Em primeiro lugar, todo conhecimento é relevante e enriquecedor do nosso ser enquanto ser consciente e inserido na sociedade. No caso específico do diálogo entre disciplinas distintas do pensamento social, acredito que o aprendizado específico de uma disciplina específica não deva excluir o estudo de outras disciplinas afins. A formação interdisciplinar é fundamental não apenas para a construção de uma perspectiva ampla acerca do nosso campo de estudos particular, mas também para que estejamos habilitados a desconstruir certas concepções tidas como definitivas em nossa área de conhecimento. Para o jurista é fundamental conhecer não apenas a Economia, num sentido mais técnico, mas a Economia Política, que fornecerá o aparato teórico e crítico que lançará luz sobre as relações econômicas e políticas que fundamentam e condicionam o molde das regras do jogo em nossa sociedade. Para o economista, estudar Direito permite entender como essas regras do jogo funcionam, quais são seus fundamentos, como as decisões econômicas encontram uma restrição e/ou uma condição de exercício no âmbito da dimensão jurídica da sociedade.

Agradeçemos a participação da Profª. Drª. Carolina Miranda Cavalcante e desejamos muito sucesso em sua carreira.

 

Dezessete alunos da UFF- VR ganham o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico em 2017

Dezessete alunos da UFF- VR ganham o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico em 2017

Por Isabelle Duarte

O mês de novembro foi sinônimo de grandes conquistas para os estudantes de graduação da Universidade Federal Fluminense, campus Volta Redonda. No dia 07/11, foram contemplados com o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico da PROAES dezessete de nossos alunos, em uma cerimônia especial  que ocorreu no auditório de física da UFF em Niterói.

O intuito do prêmio é valorizar a formação do acadêmico da UFF, reconhecendo seu mérito durante uma fase que por vezes se torna excessivamente desgastante, mas que traz bons resultados a longo prazo. A premiação ocorre anualmente e o estudante a ser contemplado deve se inscrever e participar da seleção nos termos do edital publicado no portal da UFF, o qual contém os requisitos e todas as informações necessárias para tanto.

Confira abaixo a lista de premiados em nosso campus:

Reconhecimento Acadêmico
AEDAN MARQUES DE SOUZA – DIREITO
ALEXANDRE HIROMITSU HAMASAKI – DIREITO
ANA CAROLINA DE CARVALHO SIQUEIRA – DIREITO
CAROLINE DE SOUZA MEIRA – DIREITO
CAROLINE GARCIA ERMANO – DIREITO
GIULIANA PROPATO GUERRA – DIREITO
KÁTIA MARIA NEVES MARQUES – PSICOLOGIA
MAIARA CARVALHO LANDIM – DIREITO
PAULA NOBRE DE SOUZA PINTO VIEITAS – DIREITO
RAYNNE GONÇALVES DE PAULA SILVA – CIÊNCIAS CONTÁBEIS
REBECA FERREIRA VIANA – PSICOLOGIA
RODRIGO DIAS PAIS MAGALHÃES – DIREITO
RONIEL DE OLIVEIRA NASCIMENTO – DIREITO
SARAH ALFENA DE SOUZA – DIREITO
STHEFANI RODRIGUES VIEIRA ANDRADE – DIREITO
THAIS FREIRE DE VASCONCELLOS – DIREITO

Honra ao Mérito
BRUNA NOVAIS DA SILVA – CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Confira algumas fotos da cerimônia de premiação:
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O UFFOCO se orgulha em presenciar uma conquista tão importante para os estudantes da UFF-VR e parabeniza a todos pelo excelente desempenho!